A liturgia do empate fora de casa

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Por Cláudio G. Junior – Twitter: @ClaudioGJunior2

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Quem é de raiz sabe o quanto o Clube de Regatas do Flamengo sofreu para ter um plantel de seu futebol adequado às adaptações do futebol brasileiro e sul-americano.

O nível de exigência aumentou e isso fez com que times mais bem formados e preparados participassem de mais campeonatos e copas. O termo poupar tem sido visto por uma exímia parte dos últimos anos e principalmente, em times que se disponibilizam de elencos qualificados.

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O risco de lesões, convocações e adversidades “obrigam” comissões técnicas a conviverem com o famoso e rodízio. A beira de uma decisão de semifinal de Libertadores, o Flamengo aparece no domingo com um time considerado reserva e tentou deixar claro que seria possível ganhar de um time de oscila na zona de rebaixamento.

Flamengo América
Foto: Marcelo Cortes / Flamengo

O que foi visto hoje em campo foi um time confuso, apático e conformado com qualquer resultado. O lampejo de Michael no gol sustentaria não apenas a vitória como também tiraria proveito dos outros resultados ruins de Palmeiras e Atlético.

Veja também: América-MG 1×1 Flamengo – Notas, atuações, melhores momentos e ficha técnica

O empate sofrido nos minutos finais acabou por demonstrar, porém, a falta de sinceridade em ter um estilo, uma postura que vai além da tática. A questão não é poupar, e sim garantir que um elenco ganhe sem depender de chaves individuais.

Garantir resultado é muito mais que ganhar um jogo.

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