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terça-feira, janeiro 19, 2021

Árbitro de jogo contra o Racing é o mesmo da final da Libertadores de 2019

Árbitro Roberto Tobar, do Chile, estará no comando do jogo contra o Racing, nessa terça-feira

A arbitragem do jogo contra o Racing, em Avellaneda, na última terça-feira (24), deu o que falar. O venezuelano Alexis Herrera anulou um gol de cada lado, além de ter expulsado o zagueiro rubro-negro, Thuler. Os dois lados saíram reclamando, com direito a Sebastian Beccacece, treinador de La Acadé, dizer ter sido “roubado” na entrevista coletiva. Por isso, as atenções se voltam para quem estará no apito no gramado do Maracanã.

O encarregado dessa função será Roberto Tobar. O chileno, de 42 anos, é um dos árbitros mais respeitados dentro da CONMEBOL. Não à toa, foi designado para apitar o jogo que marcou a conquista da glória eterna pelo Flamengo, em Lima, contra o River Plate. Na ocasião, expulsou Gabigol e Palacios, no final da partida. Ademais, sem outras polêmicas. Amanhã, ele terá o auxílio dos conterrâneos Christian Schiemann e Claudio Urrutia. No comando do VAR, estará o também chileno, Julio Bascuñan.

Roberto Tobar em jogos do Flamengo

Além da já mencionada final da Libertadores, Tobar já participou de outros dois jogos do Mais Querido. Ambos na edição do ano passado da competição. A primeira vez em que isso ocorreu foi no duelo contra o Penãrol, no Uruguai. A partida, que terminou a 0 e marcou a classificação do Rubro-Negro para as oitavas, ficou marcada pela expulsão do lateral-direito Pará. Porém, tratou-se de uma advertência pouco discutida, por conta da imprudência do jogador.

Na segunda oportunidade atuando em cotejos com a presença do atual campeão da América, uma excelente recordação para os flamenguistas. Em um Maracanã lotado, o Flamengo, sob a supervisão do juiz chileno, derrotou o Internacional por 2 a 0, com dois gols de Bruno Henrique. O jogo ficou marcado por uma única polêmica, que gerou reclamação por partes dos gaúchos. No primeiro tempo, Paolo Guerrero teria sofrido pênalti. Na visão de Tobar, lance normal.

Paolo Guerrero, em partida pela Libertadores, esbravejando diante de Rafinha; peruano reclamou de suposto pênalti sofrido não marcado por Roberto Tobar.

O chileno também já esteve presente em outra final que marcou a conquista de um título por uma equipe brasileira. Em 2018, esteve na Arena da Baixada para comandar a arbitragem do confronto de volta entre Athletico-PR e Junior Barranquilla. Com bola rolando, marcou um pênalti, a favor dos colombianos, mas que foi desperdiçado. No mesmo ano, na semifinal da Libertadores, apitou a vitória do Boca Juniors, por 2 a 0, para cima do Palmeiras. No segundo jogo, o alviverde foi eliminado.

Árbitro brigão?

Um fato curioso e, até certo ponto, lamentável, envolvendo Roberto Tobar diz respeito ao jogo entre The Strongest e São Paulo, na Libertadores de 2016. A partida, que terminou em empate pelo placar de 1 a 1, ficou marcada por muitas polêmicas. A começar pelas expulsões pelo lado do time brasileiro. O goleiro Dênis e o atacante argentino Jonathan Calleri receberam cartão vermelho.

Após o encerramento do jogo, os bolivianos também saíram reclamando aos montes. Com direito ao meia do time visitante, Pablo Escobar, deixar o gramado do estádio Hernando Siles dizendo que Tobar havia chamado os seus companheiros para brigar. Apesar de toda essa confusão, ainda assim, o chileno é bem conceituado na arbitragem sul-americana. E, por esse e outros fatores, atuará em mais uma grande partida no continente.

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Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação

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