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Sem o aval da International Board, a Ferj teve que desistir da ideia, prevista no regulamento do Carioca 2020, de que um representante de cada clube ficasse dentro da cabine do VAR acompanhando a atuação dos árbitros de vídeo.

O regulamento do campeonato incluía um artigo prevendo que “cada uma das 2 (duas) equipes cuja partida conte com a utilização do VAR poderão indicar 1 (um) representante para permanecer na cabine de controle do árbitro de vídeo e acompanhar todos os procedimentos ali desenvolvidos durante a partida, sendo terminantemente vedadas quaisquer tentativas de interferência, interlocução, manifestação ou reclamação, sob pena de exclusão do recinto”. A implementação da regra, porém, dependia da autorização da International Board, responsável pela manutenção e alteração das regras do futebol, que incluem o protocolo para utilização do VAR. O organismo não liberou a novidade que a Ferj queria implementar.

No Carioca, o VAR não será utilizado em todas as partidas, mas apenas nos clássicos e jogos decisivos de turnos e do campeonato. No ano passado, o VAR não impediu uma série de erros nas partidas decisivas do campeonato, como a anulação de um gol legal de Bruno Henrique no primeiro jogo da final contra o Vasco.

Sem VAR, o time alternativo do Flamengo estreia no Carioca no próximo sábado, contra o Macaé.

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