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Comissão de Inquérito foi instalada para avaliar fala do ex-presidente sobre o incêndio no Ninho do Urubu

O grupo “Vanguarda Rubro-Negra” foi autor do protocolo no Conselho de Administração do clube. A ação solicitava um inquérito partindo das declarações de EBM, e em seguida foi aberto um processo administrativo. Mello havia falado que o acidente do Ninho não teria ocorrido sob sua gestão.

Caberá a comissão do inquérito punir, absolver Bandeira de Mello, ou mesmo decidir pelo arquivamento do processo. Em caso de punição, EBM pode ser suspenso por até um ano, ou mesmo ser expulso do quadro social do clube.

Por telefone, Bandeira de Mello disse ao Lance! que não havia ofendido ninguém e salientou os recentes ataques contra a diretoria atual. O antigo mandatário afirmou que já apresentou provas que os meninos já estavam alocados no novo CT ainda em 2018, e que mesmo sem ofender ninguém recebia ofensas contínuas

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Aliados à Marcelo Vargas, ex-candidato à presidência, o grupo “Vanguarda Rubro-Negra” caracterizou as falas de EBM como “inconsequente” e “absurda” e que motiva uma repercussão negativa no clube em um momento de crise global. O grupo ainda questiona os interesses de Mello, insinuando que o mesmo está usando seu histórico no Flamengo como ferramenta de campanha partidária, visto que ele é pré candidato a Prefeitura pela REDE.

Marcos Braz, VP de Futebol do Flamengo, já havia se pronunciado sobre o assunto, chamando de “infelizes” as declarações de EBM, e que o acidente foi uma consequência ainda de seu mandato. Rodrigo Dunshee, VP geral e jurídico, disse que jamais foi jogada culpa ou responsabilidade em Bandeira de Mello, mas que ele deveria ter defendido sua inocência no caso.

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