Flamengo perde para o Athletico e se complica na luta pelo título; confira as avaliações e notas do time [32ª rodada – Campeonato Brasileiro 2020]

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Mexidas incompreensíveis de Rogério Ceni bagunçam o Flamengo no momento em que o time pressionava o Athletico em busca da vitória

Notas atribuídas por torcedores da comunidade MRN – Pensar Flamengo

Com o resultado, a equipe estacionou nos 55 pontos e voltou a sofrer gols no Campeonato Brasileiro. O Internacional lidera a competição com 62 pontos após vencer o Grenal. Leia a crônica do jogo e depois veja as notas dos jogadores e a do técnico Rogério Ceni.

O jogo

Escalações:

Athletico-PR: Santos; Jonathan, Pedro Henrique, Thiago Heleno e Abner; Richard, Nikão, Fernando Canesin, Christian e Carlos Eduardo; Renato Kayser

Flamengo: Hugo Souza; Maurício Isla, Gustavo Henrique, Willian Arão e Filipe Luís; Gerson, Diego, Arrascaeta e Everton Ribeiro; Vitinho e Gabigol

O jogo começou com o Flamengo tomando as primeiras ações da partida, porém até os 10 minutos, nenhuma grande chance de gol foi criada.

A primeira foi do rival: Carlos Eduardo chutou cruzado e obrigou Hugo Souza a fazer uma grande defesa, no rebote, Renato Kayser finalizou e o goleiro rubro-negro salvou novamente. Aos 25, Nikão cruzou e Abner abriu o placar nas costas do lateral-direito Isla e de Everton Ribeiro: 1 a 0 Athletico.

Aos 33, veio o empate do Flamengo: cruzamento na área de Arrascaeta, e Gustavo Henrique subiu sozinho para empatar: 1 a 1.

Na etapa complementar, Rogério Ceni voltou com a mesma equipe, e o Flamengo continuou controlando a partida, no entanto sem criar uma grande chance de gol.

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A primeira oportunidade do Mais Querido foi aos 22: Diego lançou Isla, que cruzou por baixo para Arrascaeta finalizar e o defensor do Athletico salvou em cima da linha. Faltando 20 minutos para o fim, Ceni chamou Pepê e Pedro, e substituiu nos lugares de Gabigol e Everton Ribeiro.

No minuto 30, bate e rebate na área do Atlético: Pedro chuta, a zaga corta, e no rebote, Diego finaliza em cima de Pedro Henrique. Aos 34, Arrascaeta saiu para a entrada de Rodrigo Muniz.

O desempate do Athletico veio aos 38 com Renato Kayser: 2 a 1. No minuto 41, Ceni sacou Vitinho e Isla, para as entradas de Michael e Matheuzinho, mas não deu tempo para mais nada. Athletico-PR 2×1 Flamengo.

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Leia as análises individuais e notas dos jogadores concedidas pelo time de colaboradores do MRN:

Hugo: Fez 3 defesas que deixaram o vexame um pouco menor e não teve culpa nos gols sofridos. Ainda precisa aprimorar a sua saída com os pés. Nota: 8,0.
Welson Alves – Twitter: welson_fla

Isla: Fez uma partida bem fraca. Deixou espaço nas suas contas para o primeiro gol do CAP e errou todas as jogadas ofensivas. Nota 3,0.
➡️Matheusinho: Entrou no final e não pegou na bola. Ainda fez uma falta. Sem nota.
Vitor Mathura – Twitter: @v_mathura

Arão: No segundo gol marcou com os olhos, até então não não tinha comprometido. Por jogar improvisado, nem tem tanta culpa. Nota: 3,5.
Caroline Menezes – Twitter: @kaka_menezes07

Gustavo Henrique: Bom jogo hoje. Não teve culpa nos gols do Athlético e ainda marcou o seu em uma boa cabeçada. Também foi muito bem na saída de bola e mostrou que pode ser recuperado. Nota: 6,5.
Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

Filipe Luís: Preso na marcação forte que o time adversário fez, no primeiro tempo ficou restrito à funções defensivas. No segundo tempo tentou ajudar na saída de bola, mas quem estava ali pelo seu lado não aparecia para dar opções. Além disso, falhou nos dois gols ao dar espaço pelo seu setor. Nota: 3.0.
Marcelo Batista – Twitter: @Antifa_crf

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Diego: Fez uma partida regular, mas não manteve o nível dos últimos jogos. Apesar disso, não comprometeu. Nota: 5,0.
Ighor Lopes – @ighorlps

Gerson: Jogou fora de posição, onde sua melhores qualidades não aparecem. Não conseguiu dar velocidade nas jogadas ofensivas e foi apenas regular na marcação. Nota: 5,0.
Vitor Mathura – Twitter: @v_mathura

Arrascaeta: É um jogador lúcido e tenta sempre algo diferente. Mas seu jogo fica prejudicado com a pouca movimentação do time. Nota: 6,5.
➡️ Rodrigo Muniz: Entrou e não tocou na bola. Nota: 3,0.
Ricardo Bitencourt – Instagram: @drbitenco

Everton Ribeiro: Chegará o dia em que vão pagar o resgate do Miteiro. Completamente fora de jogo, não acerta absolutamente nada desde sua volta da seleção. Parece que sua alma ficou na Granja Comari. Nota: 2,0.
➡️ Pepê: Entrou e nada acrescentou. Sem nota.
Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro

Vitinho: Hoje lembrou Jorge Henrique, o meia que ficava em campo porque voltava para marcar o lateral. Essa foi a única coisa proveitosa que fez, e mesmo assim só no segundo tempo. Imagino que quando ele viu Pepê e Pedro preparados para entrar já deve ter se arrumado pra tomar uma ducha, colocar um gelo no joelho, bater um papo com o auxiliar técnico… Deu no que deu. Nota: 1,0.
➡️ Michael: Parece que como animador de vestiário o Rodinei era melhor. Sem nota.
Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira

Gabriel Barbosa: Segue não jogando bem, mas estava incomodando a defesa do Athlético. Sua substituição beirou a loucura. Nota: 5,0.
➡️ Pedro: Só brigou no meio dos zagueiros e pouco fez. Sem nota.
Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

Rogério Ceni: A questão principal das decisões do autointitulado técnico Rogério Ceni é a lógica delas.
O Flamengo tinha três meias: Everton Ribeiro, Arrascaeta e Vitinho. Só o uruguaio conseguia algo. Consequentemente, a bola não chegava em Gabigol, pois apenas um jogador do meio conseguia funcionar.
O que o histórico dos jogadores, do time, dos estudos acadêmicos, o bom senso e a torcida esperavam: troca o Vitinho pelo Pedro, abre Everton pela direita e Arrasca pela esquerda, finca o Queixada na área e Gabigol flutuando no entorno.
O que Rogério Ceni fez? Tirou Gabriel e Arrascaeta para colocar Pedro e Pepê. Sabe o que aconteceu? Nada!
O time precisa fazer gol, o técnico tira o jogador com mais gols e o outro com mais assistências. NÃO TEM LÓGICA.
Não adianta dizer que o torcedor critica muito, o torcedor está mais do que correto em cobrir Ceni de todas as críticas possíveis e imaginárias. Se quiserem lembrar de fatos da época em que ele era jogador, está valendo também. Não há ideias em campo, não há lógica, bom senso, vestígio de treinamento, não há qualquer indício de que existe uma cabeça pensando o que fazer no ataque. Se trocar Ceni por um robô, vai dar no mesmo. São sempre as mesmas decisões; e decisões erradíssimas.
É um técnico que parece ser programado para errar. Nota: 0.
Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira

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