Flamengo? River? Empresário de De La Cruz indica futuro do meia

De La Cruz virou sonho de consumo de muitos clubes na América do Sul

Nas últimas semanas, muito se falou sobre o futuro do uruguaio Nicolas De La Cruz, do River Plate. O vínculo do atleta com o clube argentino se encerra em junho deste ano, e desde a última sexta, 1, o jogador poderia assinar um pré-contrato com qualquer equipe do mundo.

Apontado como um dos clubes interessados no meia, o Flamengo, por intermédio de seu vice de futebol Marcos Braz, esfriou as chances de contratá-lo: ”Não tem absolutamente nada”, disse o cartola em entrevista ao canal Paparazzo Rubro Negro, no dia 26 de dezembro. Já na virada do ano, o empresário do atleta conversou com o jornal A Tribuna, e indicou que De La Cruz deve permanecer no River.

“Ele vai assinar um novo contrato com o River. Creio que nenhum clube da América do Sul tenha condições financeiras de contratá-lo. Se não fosse a pandemia, ele já estaria no futebol europeu. Penso que ao sair do River, ele siga para a Europa. Ele está na lista dos principais clubes europeus”.

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Mesmo sem o reforço de De La Cruz, Marcos Braz prometeu reforçar o elenco para 2021: ”Nem sempre você precisa de gastar dinheiro, assim foi feito com Thiago Maia lá no começo do ano. O Thiago Maia em janeiro veio de graça, outros dois a gente precisou pagar. Então é o seguinte, conhecer o mercado, conhecer os clubes, conhecer as pessoas que estão na órbita do mercado, você pode com tranquilidade e calma reforçar o Flamengo sem gastar dinheiroNão é porque a gente está se resguardando na parte financeira, que a gente não vai reforçar o Flamengo, isso não é desculpa não.

Mas evidente que é uma janela diferente pra gente, será diferente da janela de quando chegamos em 2019 e o que foi no início deste ano, onde nós trouxemos Pedro Rocha, Pedro, Thiago Maia, Michael… Se você fizer uma análise, são jogadores que o Brasil todo queria, até times lá fora queriam. Mas digo mais uma vez, não é desculpa nem para o vice presidente de futebol, nem para o diretor executivo, não reforçar só porque estamos apertado no dinheiro”.

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