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Veja as notas e análises das atuações do inesgotável time do Flamengo na vitória diante do Ceará no Maracanã, pela 35ª rodada do Brasileirão

A partida contra o Ceará tinha o clima de celebração. E não podia ser diferente. O adversário, comandado pelo técnico Adílson Batista, contou contava com a ressaca e cansaço de um elenco que foi testado em todos os seus limites.

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A vitória por 4×1 diante de um Maracanã com quase 70 mil pessoas – a doce rotina do Mário Filho -, depois de começar perdendo, foi emblemática para mostrar a superioridade técnica, tática e física do Flamengo de Jorge Jesus em 2019.

Confira as notas das atuações desse Flamengo 0 x 1 Grêmio, feitas pelos membros do grupo de Whatsapp do MRN Pensar Flamengo.


Diego Alves: Mais uma partida em que o goleiro não teve participação efetiva devido a pouca presença adversária no ataque. No lance do gol que sofreu não havia o que fazer, foi falha da linha defensiva. De resto assistiu o show de Bruno Henrique de camarote. Nota: 8,0. Por Rafael Albuquerque – Twitter: @O_RafaelAlbuque

Rodinei: Partida na média do Rodinei, ou seja, ruim. Falhou no gol do adversário ao permitir a passagem do atacante com facilidade. No mais, não conseguiu ser o que o lateral titular é para o time, mas nem de longe. Fica cada vez mais claro a necessidade de se contratar um reserva à altura de Rafinha para 2020, pois este não estará sempre atuando em todos os jogos. Nota: 5,0. Por Rafael Albuquerque – Twitter: @O_RafaelAlbuque

Rodrigo Caio: Falaram tanto de cheirinho que o nariz do Rodrigo Caio sangra a títulos todo jogo. Hoje nosso zagueiro mostrou o que sabe fazer: se comprometer o jogo inteiro em busca do melhor resultado possível. No gol do Ceará não teve culpa, embora até aquele momento o jogo parecesse estar em modo avião para todos os jogadores do Flamengo. Mesmo ganhando de 4×1 ele parou contra-ataques tomando até um cartão amarelo. Comprovação de sua entrega em campo. Consigo imaginar o tanto que o Salah vai ficar pequeno no bolso dele. Nota: 9,0. Por: Millena Dourado – Twitter: @falconcrf_

Rhodolfo: Quando está saudável é um belo zagueiro, consegue quebrar as linhas para avançar e cumpre as funções devidas. Entretanto, se machuca muito e com isso é difícil contar com ele. No jogo, fez uma bela partida mesmo sem ritmo conseguindo passar, girar a bola e quebrar as linhas quando necessário. No fim ainda deu um belo lançamento para o OTO PATAMAR quase marcar mais um. Nota: 8,0. Por Willian Sian Herzog – Twitter: @willian_sian

Renê: Se na lateral direita o torcedor acertadamente aponta para o abismo entre titular e reserva, eu diria que na esquerda, apesar dos quilômetros de distância, a disparidade é menor. É notório que na marcação, cobertura defensiva e recomposição, Renê vai bem na maioria das vezes. Quando exigido à frente, apesar de bastante esforço, fica nítida a dificuldade de escolher a melhor decisão, principalmente no momento do último passe. Definitivamente a linha de fundo ofensiva não é a região onde se sente mais confortável. Em resumo, observando a concorrência no Brasil acho justo dizer que o lateral é um jogador na média para a sua posição. Nota 6,5. Por Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_

Arão: Importantíssimo para o time. Espreme o adversário dentro do seu campo, participa da saída de bola ajudando em praticamente em tudo! Nota: 8,0. Por Ricardo Bitencourt – Instagram: @drbitenco

Diego: Após ter entrado muito bem na final em Lima, fez outro ótimo jogo. Jogando como segundo homem, compôs muito bem o meio mais uma vez. Ajudou na marcação dando qualidade à saída de bola e também na chegada ao ataque. Com Jorge Jesus subiu novamente de produção. Importante para o elenco. Nota – 8,5. Saiu para a entrada de Lincoln aos 7′ |2T.

Lincoln: Entrou bem, foi importante na ocupação da área adversária e deu bela assistência para o primeiro gol do time. Nota: 6,5. Por Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes

Everton Ribeiro: MDV, vocês lembram? Sim, ele veio. Como joga bola o pai do Baby Guto! O time necessita muito dele em campo. Jogador que dá ritmo ao time. A bola adora seu pé, se sente acarinhada e parece escutar que pode ficar aqui, que ali será bem cuidada e tratada. Quando você pensar daqui a alguns anos em um jogador que sabe o que fazer com a bola no pé, que seja driblador mas ao mesmo tempo inteligente, lembre-se daquela época na rede social que se dizia… MEU DEUS, É VERDADE, ELE VEM JOGAR NO MENGÃO!. Nota: 8,0. Por Sérgio Ribeiro Twitter: @sergioribeiro04

Arrascaeta: Arrasca veio como: envolvente, ao som de “o Flamengo não é time, é seleção”. Bebendo umas biritas, tocando a bola, se soltando um pouco mais em cima do trio, metendo uma bola na trave, dançando sensual deixando uma galera molhada (não disse onde), deixando o Vitinho na cara do gol, postando no Twitter que “se eu não lembro não aconteceu”, e por aí vai. Grande desempenho. Nota: 8,0. Saiu para a entrada de Gerson aos 41′ |2T.

Gerson: Sabe quando você entra na pelada, depois de muitos pedidos, só para ela não acabar? Foi isso que o Gerson fez hoje. Entrou com a virada já concretizada. Pelo menos mostrou que não esquece a raiz e ao descolorir o cabelo nada de loiro platinado, é loiro muleque envolvente mesmo. Que homem. Nota: 7,0. Por Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira

Reinier: Começou mal a partida e foi logo substituído ainda no primeiro tempo. Sem nota. Saiu para a entrada de Vitinho aos 36′ |1T.

Vitinho: Entrou bem e teve seus famosos lampejos de futebol. É impressionante como ele alterna momentos de futebol mediano e lances de craque. Em um desses lances, fez um belo gol. Nota 8,0. Por Miguel Peters – Twitter @miguelpeters

Bruno Henrique: Quando acho que ele não pode mais me surpreender, ele tira mais um coelho da cartola e tem uma atuação impecável. Craque da partida, craque do campeonato brasileiro, craque da Libertadores e melhor jogador do ano das Américas. Melhor contratação feita pelo Flamengo em 2019. Nota: 10. Por Ivo Junior – Twitter @ivofsjr

Jorge Jesus: Que Portuga meus amigos, que Portuga! Jesus veio nos mostrar hoje que é imparável, que não está saciado com os títulos e quer também os recordes. À beira do campo não deixa transparecer em nenhum momento que já é o técnico campeão da América e do Brasil. Irritado com a atuação de Reinier, o substituiu ainda no primeiro tempo, algo incomum ao nosso comandante. Não acostumado a perder, consequentemente acostumado a virar placar adversos. Após o intervalo ficou claro o “dedo” de Jesus na melhoria do time e consequentemente na virada. Vida longa a Jesus no Flamengo! Nota: 9,0. Por Caroline Menezes – Twitter @kaka_menezes07

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