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De Diego Alves a Jorge Jesus: veja as análises e notas de quem atuou na histórica goleada contra o Grêmio que levou o time à final da Libertadores

Confira as notas das atuações do Flamengo feitas pelos membros do grupo de Whatsapp do MRN Pensar Flamengo.


Diego Alves: É impressionante como ele conseguiu fazer boas defesas e ser importante em uma vitória por 5 a 0. Enlouqueceu em algumas saídas do gol na reta final, mas isso não tira o brilho de sua atuação. Nota: 9,0.

Por Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

Rafinha: Ainda estou na dúvida se o Rafinha esteve mesmo afastado por questões médicas, a impressão que ficou para quem acompanhava a partida e que o lateral direito vinha atuando nos últimos jogos. Talvez não tenha aparecido tanto no jogo, mas fez uma partida impecável no que tange a composição tática. Nota: 8,0.

Por Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_

Rodrigo Caio: Ótima partida do nosso zagueiro, embora tenha começado um pouco inseguro, levando inclusive um cartão muito cedo. Ao longo da partida mostrou a sua melhor versão. Acabou sendo premiado também com o gol que fechou o placar no Maracanã, se antecipando muito bem à marcação. Nota: 9,0.

Por Rafael Albuquerque – Twitter: @O_RafaelAlbuque

Pablo Marí: É surreal ver o Pablo Marí com essa qualidade toda e imaginar que o cara jogava na segunda divisão na Europa. Vindo de 20 partidas seguidas não deixou a desejar em nenhum momento cumprindo a sua função tática perfeitamente. Rodrigo Caio e Mari fazem uma dupla perfeita, com um entrosamento que só Jesus explica, não é à toa que hoje os dois marcaram seus gols e fecharam o caixão. Nota: 10,0.

Por Millena Dourado – Twitter: @millefalcon

Filipe Luís: Jogou de terno como sempre, calmo na defesa, se impondo o tempo todo, não deu espaço pra nenhum jogador se criar por ali, no ataque fundamental e sempre dando preocupação ao adversário! Nota: 10,0.

Por Caroline Menezes – Twitter @Kaka_menezes07

Willian Arão: Na Disney existe a bela moça dos cachinhos dourados que come a sopa de cebola dos ursos, no Brasil, existe o belo Arão das madeixas brasileiras que come cebola de todas as maneiras possíveis, do lixo ao luxo, de pereba a craque. Arão deve ajoelhar todos os dias e agradecer a Jesus, é outro jogador, brilhante, frenético, incontestável. Briga, luta e mostra que tem raça, que quer inserir seu nome na história. No jogo, lutou, brigou, fez as coberturas necessárias, dominou o meio campo ao lado de Gerson, ganhou todas as divididas de bola no chão, no céu nem Zeus o para. Nota: 9,0.

Por Willian Sian Herzog – Twitter: @willian_sian

Gerson: Hoje, todos me perdoem, não irei analisar o jogador sorteado apenas. Irei homenagear o Flamengo, desde a sua direção, seus jogadores, sua comissão técnica, mas principalmente, sua torcida sofrida que em sua maioria, não teve a mesma oportunidade, ou melhor, a sorte de ter vivido o final da década de 70, a década de 80 e 90 como eu presenciei nas arquibancadas de cimento do velho Maracanã. Ter visto nascer, crescer e virar quase um semideus, um jogador que me falta adjetivos para qualificar o que representou em minha vida e na de tantos outros milhões como foi o Zico. E voltando a atualidade, estamos diante de um time que nos proporciona o mesmo prazer, a mesma alegria de ver futebol, cantar e se orgulhar deste clube que não existe maior na terra. Flamengo é uma paixão indescritível. Flamengo é um membro da sua família, como um filho, um pai, uma mãe. Você sofre, você vibra, você se emociona, fica alegre com ele. Obrigado Flamengo mais uma vez por nos proporcionar tantos sentimentos misturados. Este craque que é o Gerson, me desculpe por não ter analisado a monstruosidade que ele jogou hoje mais uma vez. Arrebentou nesta noite. O sentimento maior é de realização, de alegria de ver seu clube mais uma vez no topo do mundo. Nota: 10,0.

Por Ivo Junior – Twitter: @ivofsjr

Everton Ribeiro: Maestro, craque, domina o meio-campo, pai do Baby Guto, jogadoraço, sem mais. Nota: 10,0.

Por Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes

Arrascaeta: Antes de tudo, um agradecimento especial ao Márcio Tanure e todo o departamento médico do Flamengo, que nos proporcionou o sonho de ter nosso craque em campo em apenas 19 dias. Como falar dele em campo? Isso pouco importa na verdade, pois, o que esse cara se dedicou para poder está curtindo e jogando neste momento vale muito mais do que qualquer jogada, mas além disso, se movimentou, trocou bons passes, mesmo sem suas melhores condições jogou aquilo que era possível e mesmo assim, ficou claro o quanto valeu o esforço. Uma cobrança de escanteio perfeita na cabeça do jogador mais BONITO do elenco. É muito diferenciado. Nota: 7,0.

Entrou Piris da Motta: Entrou bem, o pouco que esteve em campo, foi muito seguro defensivamente e manteve o nível do Arão como 1° volante. Nota: 6,0.

Por Sérgio Ribeiro Twitter: @sergioribeiro04

Bruno Henrique: No início, quando tudo indicava que o jogo seria apertado até o final, Bruno Henrique já estava lá na frente, tal qual um emissário do destino, mostrando que mesmo com o Flamengo sob dificuldade, a rede do Grêmio estava prestes a balançar. Assustou o Grêmio com um peixinho improvável, dando uma resposta ao ataque mais perigoso dos gaúchos. Foi a única válvula de escape quando o Mais Querido foi pressionado, não a toa o primeiro gol nasceu de um contra-ataque que Bruno Henrique carregou a bola do meio campo até a entrada da área e depois completou aproveitando o rebote da forte finalização de Gabigol. O segundo gol saiu de um cruzamento após Bruno Henrique tomar a bola de Geromel quase na linha de fundo. A zaga do Grêmio, pretensa melhor dupla defensiva do Brasil, não conseguiu parar Bruno Henrique em nenhum momento. As passadas largas do atacante se confundiram com o caminho trilhado por esse Flamengo. O time que cresceu meteoricamente se faz um com o veloz atacante que surge como um raio no meio dos zagueiros para deixar sua marca. Esse foi o jogo de número 50 de Bruno Henrique no Flamengo: uma atuação para a história. Nota: 10,0.

Entrou Vitinho: Entrou com o jogo já resolvido. Levou perigo mas não teve como criar muito com um time puxando o freio de mão após impor uma goleada. Fez sua parte sem destaque positivo ou negativo. Nota: 6,0.

Por Edson Lira – Twitter: @Edsonjslira

Gabriel Barbosa: Participativo, decisivo e fome de gol! Time entrosado, encaixado e ligado faz com que todos joguem bem e sintam se importantes. Uma engrenagem com todas as peças funcionando a 100%. Nota: 9,0.

Por Ricardo Bitencourt – Instagram: @drbitenco

Jorge Jesus: Não há o que falar sobre o Mister. Recebeu ótimas peças e montou um time fora de série. O Flamengo passou toda a semifinal com o controle e deu a sensação de que mataria a qualquer momento. O 5 a 0 é uma consequência de seu trabalho e sua cobrança. Como já disse o bom Teo Benjamin: Temos que desfrutar desse time do português. Nota: 10,0.

Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

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