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Da Redação

De Diego Alves a Jorge Jesus: Leia as análises com notas de quem atuou na dramática vitória e épica classificação para as quartas-de-final da Libertadores

Flamengo 2×0 Emelec: Ufa! Finalmente! Até que enfim! Provavelmente estas foram algumas das principais expressões de alívio ditas pelo torcedor rubro-negro após o pênalti batido na trave por Queiroz. O Flamengo passou para as quartas de final na principal competição sul-americana – a última vez tinha sido em 2010.

O Emelec é um clube fundado por uma empresa de eletricidade equatoriana. Porém, os verdadeiros elétricos nos minutos iniciais de jogo foram os jogadores do Flamengo. Everton Ribeiro, voltando de contusão, foi o grande trunfo da escalação de Jorge Jesus. Bruno Henrique explorou muito bem o seu lado esquerdo. Gabriel em mais uma noite artilheira no Maracanã foram os destaques da etapa inicial. Com menos de 20 minutos, os dois gols que colocavam o time ao menos na disputa de pênaltis. A sensação é que na etapa final o Flamengo terminaria a fatura.

E quando é que foi fácil para o Flamengo. O adversário avançou as suas linhas um pouco e mostrou estar muito mais inteiro fisicamente do que o Flamengo. Gabriel parecia estar mancando. Jesus pedia para que ele desse o máximo. Arrascaeta entrou no lugar de Everton Ribeiro. E o jovem Reinier estreou no lugar de Gabriel, o sexto jogador a se machucar consecutivamente durante um jogo sob comando de Jorge Jesus. Gerson sentiu a maratona de jogos e deu lugar a Berrío. O time perdeu coordenação ofensiva e sofreu determinada pressão. A energia esteve com o Emelec no segundo tempo. Para a sorte do Flamengo, a nova zaga com o recém-chegado espanhol Pablo Marí e o menino Thuler evitaram o pior. A classificação seria decidida nos pênaltis.

Vaiado no último jogo, Diego Alves foi fundamental ao defender o tiro direto de Arroyo, “vingando” Diego, que ficará fora do restante do temporada após receber entrada forte do volante. Arrascaeta, Rafinha, Bruno Henrique e Renê bateram bem e o Maracanã foi ao delírio quando o travessão evitou a quinta batida rubro-negra. Ufa! Finalmente! Até que enfim! Estamos nas quartas da Libertadores!

Leia as análises e comente sobre as notas dos nossos comentaristas para os jogadores do Flamengo.

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Diego Alves – O que dizer? Contestado após algumas partidas ruins, fez uma partida segura, nos pênaltis defendeu uma e contou com o travessão pra poder ficar bem com a torcida. Pode ser que essa partida seja um ponto de partida para que ele volte a fazer belíssimas partidas nessa libertadores. Nota: 8,5.

Por Willian Sian – Twitter: @willian_sian

Rafinha – Bem posicionado, raçudo, não poupou suor, espírito de liderança, e vestiu muito bem o manto sagrado. E bateu o pênalti de forma tranquila. Estamos muito bem representados. Nota: 10.

Por Verônica Coutinho – Twitter: @Vevecoutinho

Matheus Thuler – Não sentiu a titularidade na libertadores, Seguro e determinado o jovem zagueiro do Flamengo teve uma ótima atuação, que só seria melhor se tivesse marcado quando teve oportunidade livre. Ainda é cedo para se falar que será um grande jogador, mas por enquanto apresenta a técnica e garra que tanto exige a nação rubro negra. Nota: nota 7.

Por Antônio Rêgo – Twitter: @antoniorn_07

Pablo Marí – Seguro tanto no seu papel de destruidor de jogadas quanto no momento de sair jogando. Muito tranquilo e soberano em todas as bolas que disputou pelo alto. Além de tudo isso, ainda coordena a movimentação da linha de defesa. Um belo reforço, que sobe o nível do elenco a baixo custo. Nota: 8.

Por Edson Lira – Twitter: @edsonjslira

Renê – Atuação discreta, mas teve a coragem de ir bater o seu pênalti e fazer. Noite mágica para todos. Hoje, ninguém merece receber uma avaliação baixa. Nota: 7,5.

Por Ivo Junior – Twitter: @ivofsjr

Cuéllar – É o pulmão que toca e corre pra dar opção de passe. Cobriu bem e fez uma ótima saída de bola. No segundo tempo, cansou. O time com ele em campo pode se expôr mais. Nota: 7,5.

Por Marcel Silbernagel – Twitter: @tere_fla

Arão – Vem numa crescente desde a chegada do Jorge Jesus, no entanto, no partida de hoje parecia fora de sintonia. Falhou em jogadas simples e fez algumas escolhas erradas ao longo da partida. O único ponto positivo no jogo dessa quarta foi a proteção feita a frente da zaga nas jogadas de bola parada do adversário. Nota: 5.

Marcelo Franco – @FrancoMarcelo – Arão

Gerson – Participou do jogo mas com pouca influência, vem melhorando e aumentando sua participação rendeu melhor na direita do que do lado esquerdo, tem potencial para crescer e ser muito importante. Nota: 7.

Berrío – Sem tempo para ser pontuado, depois que entrou praticamente não teve mais jogo. Sem nota.

Por Ricardo Bitencourt – Instagram: @drbitenco

Everton Ribeiro – Entrou em campo claramente sem ritmo de jogo e não parecia em boas condições, mas a combinação que ele faz com Rafinha dará muitos frutos. Entrou Arrascaeta – Nota 6, buscou jogo, mudou a dinâmica do meio mas pegou o time cansado já, bateu o pênalti com extrema categoria e por ser o primeiro foi fundamental. Nota: 5.

Por Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes

Bruno Henrique – Se entregou demais em campo. Brigou sempre, as vezes com os adversários, as vezes com a bola. Teve muito mérito pelo segundo gol e na sua boa cobrança de pênalti. Nota: 7,5.

Por Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

Gabriel Barbosa – Acabou com o jogo, melhor jogador desde a chegada de Jesus, taticamente consegui logo entender a forma que o treinador quer seu posicionamento. Joga da ponta pra dentro, está com o perfume que a bola gosta, altamente decisivo, pode colocar na conta dele a classificação, confiança lá em cima. Nota: 9,5.

Por Sérgio Ribeiro – Twitter: @sergioribeiro04

Jorge Jesus – Escalou bem, sem inventar. Utilizou bem as peças disponíveis, e fez as substituições de forma correta, nos momentos necessários. Ligado o jogo todo. Nota: 8.

Por Verônica Coutinho – Twitter: @Vevecoutinho

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