Parangolé RN: “Ser campeão no Flamengo não é contrato vitalício”

Denise Neves
Futebol e política se misturam sim. @eudeniseneves

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No podcast Parangolé Rubro Negro, Lilian Porto faz considerações importantes sobre o atual momento do clube, em profunda crise no final da temporada

A desordem que se instaurou no Flamengo tem gerado inúmeras teorias sobre a origem do problema do momento do time e levantado opiniões sobre qual direção o clube deve seguir para retornar ao percurso perdido. No episódio “De L a C, da luz a cagueira” do podcast Parangolé Rubro Negro, a locutora Lilian Porto faz análises interessantes sobre o assunto, onde fraciona todo o conjunto de responsabilidades que envolvem o atual cenário catastrófico do Flamengo, desde Landim a Rogério Ceni.

Lilian Porto inicia o episódio fazendo uma analogia sobre a árdua tarefa em escalar uma montanha e se manter no topo. Exemplo que cabe metaforicamente a trajetória da campanha do Flamengo entre as temporadas de 2019 a 2020, que foi marcada por uma escalada incessante ao topo e de um declínio desastroso, que demonstra claramente a falta de sabedoria do elenco em se manter no seu devido lugar.

A podcaster destaca ainda a necessidade de se “esquecer de 2019”. Mas não no sentido de se ignorar um dos momentos mais gloriosos da história do Flamengo, mas sim de superar as vitórias já alcançadas e ir em busca de novas conquistas. O que se nota dentro de campo, é que os jogadores parecem ter se deslumbrado com os títulos conquistados em 2019 e usado a campanha da era Jorge Jesus como escudo de proteção para o desastre que se apresenta atualmente dentro de campo. No podcast, Lilian Porto correlaciona essa linha de pensamento perfeitamente bem.

Falando em Jorge Jesus, a torcedora faz uma análise sobre a falta que o ex-técnico faz ao Flamengo em diversos aspectos, pois, como Lilian Porto define, o português cumpria internamente uma função de “diretor técnico”. Dito isso, explica o porquê dessa definição, citando alguns feitos realizados pelo português que reformularam toda a estrutura organizacional do clube, demonstrando que seu trabalho ia muito além do que era apresentado em campo.

Lilian Porto descentraliza a sobrecarga em torno de Rogério Ceni e cita os corresponsáveis por todo o caos que tem se instaurado no Flamengo nos últimos meses. Por fim, aproveitando o assunto do momento, a locutora responde ainda o que faria no lugar dos dirigentes e se demitiria ou não Rogério Ceni.

O episódio “De L a C, da luz a cagueira” do Parangolé Rubro Negro está disponível em todas as plataformas de podcasts.

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