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Já campeão da Libertadores pelo Flamengo, o lateral-direito Rafinha terá hoje, contra o Barcelona de Guayaquil, no Maracanã, uma experiência inédita na competição: pela primeira vez, disputará um jogo das fases de grupos da competição. Ano passado, Rafinha estreou na competição já contra o Emelec, nas oitavas de final. Neste ano, não participou da estreia do Flamengo, contra o Junior de Barranquilla, por conta de uma lesão, sendo substituido por João Lucas.

Com 34 anos, o lateral fez a maior parte da carreira na Europa. Mas antes de ir para lá, integrou o elenco do Coritiba na Libertadores, a de 2004 (segunda e última vez que o time paranaense disputou a competição). Mas na ocasião, com apenas 18 anos, Rafinha não chegou a disputar nenhum jogo. A Libertadores de 2019, portanto, foi a primeira na qual ele jogou, e já saiu campeão.

Por mais rara que seja a situação de Rafinha, ela já aconteceu com dois outros jogadores rubro-negros nesta competição. O volante Gérson e o lateral-esquerdo Filipe Luís também estrearam nos mata-matas no ano passado e nunca haviam jogado uma partida em fases de grupos da competição antes do jogo contra o Junior Barranquilla.

Além de Rafinha, o zagueiro Rodrigo Caio e o atacante Bruno Henrique também devem fazer hoje suas estreias na Libertadores 2020. Mas os dois participaram da fase de grupos no ano passado.

Willian Arão, ainda suspenso pela expulsão no jogo decisivo que deu ao Fla o título da Recopa Sul-Americana, contra o Independiente Del Valle, deve ser o único desfalque do Flamengo hoje. A escalação esperada é Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Léo Pereira e Filipe Luís; Thiago Maia, Gérson, Arrascaeta e Éverton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabigol.

(Na imagem em destaque, Rafinha contra o Independiente del Valle pela Recopa Sul-Americana. Foto de Alexandre Vidal/Flamengo/Divulgação)

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