27.2 C
Rio de Janeiro
domingo, janeiro 24, 2021

Rafinha lembra festas de títulos pelo Bayern e afirma: “Não tem comparação, o que a torcida do Flamengo faz é loucura”

Rafael Sacharny
Jornalista carioca formado pela FACHA, 25 anos e pós-graduando em Jornalismo Esportivo.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Após anos de carreira na Europa, Rafinha voltou ao Brasil para jogar na lateral-direita do Flamengo e ir em busca de grandes títulos.

Em apenas cinco meses, Rafinha conquistou os objetivos com o Flamengo de levantar as taças da Libertadores e do Brasileirão. Porém, o que mais causou impacto para o lateral não foram os rápidos títulos, mas sim a recepção da torcida rubro-negra e principalmente a festa no centro do Rio de Janeiro após a volta de Lima, no Peru, onde venceram o River Plate em uma virada épica.

Na noite desta segunda-feira (2), em entrevista ao programa “Bem Amigos!”, Rafinha tentou comparar com as festas feitas em Munique, quando atuava pelo Bayern, mas disse ser completamente o oposto.

“Lá no Bayern de Munique, depois de ganhar uma Tríplice Coroa (Copa da Alemanha, Bundesliga e Champions League), nós fomos para a carreata na rua, mas é bem diferente. Cada dois jogadores sobem em um conversível aberto para desfilar e os torcedores só davam tchauzinho com as mãos. Não tem nem comparação. O que a torcida do Flamengo faz é loucura, aquele dia ficou marcado não só para nós. Acho que todos que viram o que aconteceu ficaram emocionados.”

Nem em “dezembro de 81”

flamengo centro
Torcida do Flamengo no Centro do Rio de Janeiro. (Foto: Rafael Sacharny)

Júnior, ex-jogador e ídolo rubro-negro, revelou também que nunca tinha visto a torcida do Flamengo fazer algo parecido com o que fez naquela tarde. Nem mesmo em 1981, quando eles conquistaram o Mundial de Clubes vencendo o Liverpool por 3 a 0, os jogadores tiveram uma recepção como a deste ano. 

“Pois não existia essa organização para exaltar a conquista, quando acabou em Tóquio, no Mundial, metade do elenco foi para o Havaí, de férias, nem voltamos para o Rio. Óbvio que estávamos alegres, satisfeitos e felizes com tudo, mas viver o que eles viveram aqui foi uma coisa única”, afirmou Júnior.

O jornalista Marco Antônio Rodrigues ainda ressaltou que momentos como esse, verdadeiras comoções nacionais, aconteceram apenas em títulos mundiais da Seleção Brasileira, assim como em 1970 e 1994

Não deixe de ler também

Notícias do Flamengo

- Advertisement -

Blogs