Um pedido de ajuda com o TCC e um convite para uma entrevista em um programa de rádio. Ambos aceitas de forma gentil

Blog Resenha Rubro-Negra | Por Ricardo Moura – Twitter: @ricardomouraCRF

Na guerra, quando um de nós se vai, muitas vezes por acaso, o sentimento retratado é sempre de perder um irmão. Conhecendo ou não. 

Te faço um pedido. Olhe o cenário. Estamos em guerra! 

Hoje perdemos um de nós. 

Confesso que ainda não tive ideia da comoção. 

Do mesmo autor: O adeus do traidor

Claro, Rodrigo era amigo de “1 milhão” de pessoas. 

Como bem disse o Rubens Pozzi, em matéria da ESPN , dá vontade de ser amigo de Rodrigo. 

Ficou a vontade de ser. 

Tamanha surpresa também é gerada pela velocidade. Não foram nem 7 dias. A doença chegou, maltratou e levou. 

Foi embora o cara de 1 milhão de amigos e, por ironia do destino, por um vírus que isola. 

Veja também: Quando um técnico não é mero detalhe

Não tive o prazer de chamá-lo de amigo. 

Meu contato foi breve, na verdade, por e-mail.

Um pedido de ajuda com o TCC e um convite para uma entrevista em um programa de rádio.

Ambos aceitas de forma gentil. 

Mas a vida não deixou acontecer.

O TCC por problemas nas datas. 

A entrevista de rádio pelo fim da emissora. 

Não consigo mais escrever, mas precisei registrar alguma coisa, pois não lembro de ser impactado de tal tamanho por um morte como fui por essa, do querido RR. 

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Deixo por último uma frase genial, que escutei em algum documentário religioso. 

“Faz parte da natureza humana lutar contra o caráter definitivo da morte”.

Saudações Rubro Negras.

Ontem o Flamengo chorou a morte de um dos seus! 

*Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação