Compartilhar:

Por Téo Benjamin – Twitter: @teofb

Para o rubro-negro, esse Fla-Flu é um típico caso de “copo meio cheio ou meio vazio”.

Alguns verão os erros da parte final do jogo, a falta de fluidez e ficarão excessivamente preocupados.

O que os jogadores falaram após a vitória no Fla-Flu

Outro enxergarão apenas o grande futebol jogado por 60 minutos, adorando o timaço.

Podemos, porém, tirar lições de tudo isso. Nem tanto ao céu, nem ao inferno.

O time jogou muita bola. Um nível absurdo para o que estamos acostumados por aqui. Porém, ainda há muito a evoluir, tanto por ainda ser pré-temporada, quanto por estarmos ainda longe do auge.

O Fluminense teve muito mérito também e isso precisa ser dito. O jogo de futebol é muito psicológico e não é fácil enfrentar o Flamengo de peito aberto depois de tamanho domínio. O time de Odair explorou as falhas ao máximo e colocou fogo no jogo.

Téo Benjamin: um Flamengo que não abdica da sua forma de jogo

No fim das contas, é muito positivo perceber que o time ainda não atingiu seu nível máximo – obviamente falo do ciclo completo, não apenas de 2020.

Afinal, quando se chega no auge, só há um caminho possível: pra baixo.

Aqueles que acham que já conhecem o Flamengo precisam se preparar. Há brechas, alguns erros e espaços que colocam um jogo em risco como hoje, mas está se formando uma equipe diferente, com novas opções e muitos ajustes – grandes e pequenos.

Téo Benjamin: O Flamengo não pode abrir mão do seu motor

O Flamengo de 2019 era apenas a lagarta. Nessa temporada poderemos ver a metamorfose da borboleta.

Resta saber quão alto esse novo time poderá voar. Para isso, só podemos esperar.

E desfrutar, claro.

*Créditos da imagem destacada no site e nas redes sociais: Alexandre Vidal & Paula Reis / Flamengo

Compartilhar: