Tite compara Rogério Ceni a Dome e explica por que não convoca Gerson para a seleção

Denise Neves
Futebol e política se misturam sim. @eudeniseneves

3 COMENTÁRIOS

  1. Quanto ao comentário do Fala Mansa a respeito de Dome e Ceni, para mim os dois técnicos são fracos. Nessa a diretoria do Fla não deu sorte. Tite também não é lá muita coisa, todos sabem como a Seleção joga, altamente dependente do individualismo de um um ou dois jogadores.

  2. Jogador tem que exercer qualquer esquema tático que o técnico propuser, até mudar na mesma partida. Pensamento tático do Tite “Fala Mansa”, que o jogador faça determinada função. É por isso que a Seleção Brasileira não vai ganhar nada por um bom tempo. Quanto ao Gerson, merecia Está na Seleção a um período atrás, agora divaga em campo, o Daniel Alves/SP anda jogando mais que ele na cabeça de área.

  3. A questão da não permanência do Diego Alves, está ligada ao fato que os dirigentes responsáveis por tudo wue acontece no Vlube, em regra, ainda não avaliaram o prejuízo que foi contratar o aprendiz de técnico de futebol Dome, que desmontou um time todo pronto para vencer, porque foi o escolhido por esses diretore, sobressaíndo aí o Marcis Braz, para produzir as consequências de tanto prejuízo dado ao Flamengo, o Mais Wuerido. Se sair o Diego e o tome continuar naufragando, é ainda pouco pelo montante de prejuiízo que vem por aí, se a cousa assim continuar. No meu juízo, FICA DIEGO!

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Tite relacionou os esquemas táticos implementados por Domènec no desequilíbrio do futebol de Gerson

Na última terça-feira, 15, o técnico da seleção brasileira, Tite, concedeu uma entrevista exclusiva ao SporTV e deu algumas declarações sobre o porquê de ainda não convocar o Gerson para atuar pela seleção. Ao responder, Tite desfez qualquer justificativa relacionada a uma possível punição à negativa do atleta em jogar pelo pré-olímpico e citou, inclusive, o que destacou como a falta de equilíbrio do futebol do coringa do Flamengo, durante a era de Domènec Torrent.

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Durante a entrevista, o jornalista do SporTV, André Rizek, perguntou se o fato de não convocar Gerson estaria relacionado a algum tipo de punição ao atleta, depois de ter se recusado a disputar o pré-olímpico no começo do ano, quando foi convocado para jogar pela seleção brasileira sub-23. Tite respondeu que não há qualquer influência disciplinar nas suas escolhas e destacou também a questão da concorrência de outros jogadores na posição do atleta.

“Não. Eu tenho que ter o discernimento. Eu sei que houve esse fato em relação à seleção de base. Não tem nenhuma interferência na convocação. Tem a evolução, a concorrência e o acompanhamento do atleta. Ele, Arthur, Bruno Guimarães, Douglas Luis, Everton, Lucas Paquetá, Felipe Coutinho, Alan, Casemiro, Fabinho, e outros mais que vão surgindo, tem essa competição… Em algum momento, em alguma circunstância, vai ser escolhido um e preterido outro, mas não tem esse detalhe disciplinar não”, afirmou.

Ainda sobre o porquê de não convocar o Gerson para jogar pela seleção brasileira, desta vez, o jornalista Cléber Machado insistiu para entender, no entendimento de Tite, qual será o momento de chamar o Gerson para atuar pela seleção. “A posição/função que ele exerce no seu clube, que ela seja parecida com o modelo e com a ideia que eu entendo de futebol equilibrado. O que é um futebol equilibrado? Um futebol, por exemplo, que tem 27 jogos oficiais, ele tem 54 gols de saldo, 27 por 54, ele tem dois gols de saldo por jogo, é o de fazer gol e o de não tomar gol. E ter um número considerável. Na posição/função onde ele possa exercer um dos aspectos importantes”, respondeu Tite.

Ainda justificando o seu ponto de vista, o treinador da seleção deu como exemplo os esquemas táticos implementados por Domènec Torrent que, na sua opinião, influenciaram no desequilíbrio do futebol de Gerson.

“Vou te dar um exemplo, agora com o Rogério Ceni, o Rogério Ceni está recuperando teoricamente a memória tática do Flamengo do Jorge Jesus. Um primeiro meio campista, um articulador na fase ofensiva na frente dele, no caso do Gerson, dois externos que flutuam e criam, que são articuladores, o Everton e o Arrascaeta, para dois atacantes centrais para movimentação, o Gabigol e o Bruno Henrique. Ele está trazendo essa memória tática para que ela se desenvolva, porque foi o melhor momento em que o Flamengo trabalhou.

Quando veio o técnico espanhol (Domènec), ele começou a modificar um pouquinho e trazendo por vezes o Gerson como um homem mais avançado e dois meio campistas mais posicionais, Arão e Thiago Maia. Quebrou-se um pouco a estrutura, ela demora um tempo para se reorganizar. Daqui a pouco, ele trouxe em algum momento atacantes de velocidade do lado, como o próprio Rogério Ceni no início começou. Agora tendo toda a equipe ele refaz a estrutura”, disse.

Para concluir, Tite ressaltou a importância do respeito às suas tomadas de decisões: “É importante essa consistência do atleta, não uma situação eventual. Essa memória tática que eu me referi ao Flamengo, ela também é da seleção brasileira. Atletas que já jogaram e jogaram bem dentro da seleção, eles ficam integrados mais facilmente dentro dessa situação toda, acrescido ao momento técnico de cada um. Então, trabalha-se tentando equilibrar esses três fatores, porém respeitando que quando a gente convoca, quando se decide, é inevitável agradar a alguns e desagradar a outros, mas a premissa é de respeito tanto de um lado quanto de outro, mais a respeito às ideias da convocação”, finalizou.

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