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No primeiro vídeo da TV MRN pela série Diplomatas do Mengão, conversamos com Marcelo Hallais, um dos fundadores da Fla Miami, Embaixada criado em 2019 com sede na Flórida, Estados Unidos.

Hallais explicou o desenvolvimento da criação do núcleo dos torcedores rubro negros no estado norte-americano, surgindo a partir de encontro familiares e amigos moradores da região. Como o próprio Marcelo indica, a Fla Miami faz parte de um grupo de 25 embaixadas flamenguistas fora do Brasil, com atuações sociais e colaborando inclusive como fluxo de informações para jogadores de base que possam despertar o interesse da Gávea, através do Consulado e Embaixadas.

Além da ligação na seara esportiva, Hallais aponta que Fla Miami também se envolveu na campanha SOS Favela arrecadando, junto com as demais embaixadas, mais de mil cestas básicas para doação no Rio de Janeiro.

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Hallais defendeu a importância das embaixadas dada a dimensão da Nação (que em sua imensa maioria está fora do Rio de Janeiro) organizando encontros coletivos para as partidas e discussão sobre o Flamengo. Lucas Quinan, presidente da Fla Miami, comentou em chat que na Final da Libertadores de 2019 a sede da Fla Miami recebeu cerca de 600 pessoas.

Sobre os problemas de organização e contato com a instituição, Hallais apontou como o contato com Maurício Gomes de Mattos, VP de Consulados e Embaixadas, se mostra significativo para a proximidade com o Flamengo. Ele também´aponta que apesar do reconhecimento do Flamengo quanto às Embaixadas, os portais oficiais não fornecessem rápido acesso a essas informações, que podem colaborar com torcedores que transitam dentro e fora do Brasil sem perder o contato com demais torcedores.

Na Fla Miami há a definição de pessoas que cuidam das mídias, pelo estoque de produtos e pela organização para a transmissão, às vezes problemática, das partidas do Flamengo. Quinan indicou que dentre os mais de 200 membros da Fla Miami, 60 deles sócio torcedores.

Com a Fla Miami Network, a embaixada criou um rede para auxiliar pequenos empreendedores e autônomos na pandemia, para divulgar seus serviços e produtos, fortificando as ações sociais do grupo e internacionalizando a marca do Flamengo.

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E com o cenário da pandemia pelo COVID-19, Hallais sinalizou que, mesmo com o processo de reabertura dando os primeiros passos na Flórida, a Fla Miami se mantém fechada e que pessoalmente não vê a volta do futebol no Brasil como algo próximo.

Mesmo com a perda de receita com os estádios vazios na provável volta do esporte, Hallais defende que mecanismos para atrair os torcedores off-Rio seria útil para manter o Flamengo nos holofotes e fidelizar ainda mais a torcida. Em suma, a Fla Miami, como finaliza Marcelo Hallais, é um exemplo de união entre torcedores que se ajudam através de uma paixão em comum.

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*Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Divulgação / FlaMiami

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